Recebemos 1600 metros de manta geo-têxtil, que evitará que a brita se misture com a areia e por outro lado, que permita drenar a água que cair no picadeiro.
Um dia destes daremos mais um exemplo dos muitos milhares de (maus) exemplos que tentam explicar porque é que estamos no centro de dois maiores blocos económicos e dizem que estamos na PERIFERIA e porque é que temos coisas espantosas e únicas neste país e não as aproveitamos, tais como o turismo da água (o Nilo tem 300 navios de passeios no rio) , o acesso marítimo e o turismo equestre.
Fica a promessa….
* Infelizmente a rábula dos Gatos Fedorentos são uma pálida ideia da realidade.
Iniciámos a construção do picadeiro descoberto no que diz respeito a torná-lo no conhecido termo inglês “all weather” , que significa em português ancestral, ”sol na eira e chuva no nabal” ou mais simples, feito para todas as condições climatéricas.
E um bom piso, começa claramente por uma boa rede de drenagem. É aqui que entra no 2º episódio a brita nº 3, visto que o primeiro episódio tratou de criar o espaço suficiente e adequado para a prática de equitação. A brita nº3 terá dois papeis da máxima importância. O primeiro nos regos de drenagem a cobrir os tubos com filtro de 100 mm. O segundo, a cobrir todo o picadeiro de forma a drenar de forma rápida toda a água que cair no mesmo.
Cenas dos próximos episódios, em tempo oportuno.
Saudações meus caros amigos!
Bem, já tudo regressou ao normal depois de 5 dias bem agitados na Feira de Maio da Azambuja.
A vizinhança do nosso stand (“Andreia e Patrícia”, “Artesanato António Luís”, “Coisas do Sótão”, “Ethereo”, “Irmandarte” e “Quinta Vale de Fornos”) foi 5 estrelas, muito simpáticos e prestáveis, que proporcionaram boa companhia e animação.
Este ano houve de tudo, desde de muito calor a muita chuva, campanhas partidárias, óptima comida nas tasquinhas e visitantes muito interessados.
É com muito agrado que com o passar dos anos vou notando uma maior curiosidade e um maior interesse pelo nosso projecto. Foi bom reparar que os visitantes do ano passado voltaram e com mais perguntas.
Tenho que agradecer a todos a visita e os “dedinhos” de conversa.
Bem, como informei os visitantes da Feira, ainda temos o portão fechado mas, não é uma crise que nos vai baixar os braços! Porque acreditamos que o País precisa de evoluir, de criar mais postos de trabalho, receber mais e melhor os turistas e, acima de tudo, mimar o povo Português!
Todos nós temos o direito a fugir das grandes cidades, esquecer o stress do trabalho e ter um lugar especial onde ir descansar.
É grande a nossa vontade de poder contribuir para o progresso da localidade que nos acolheu, faremos os possíveis e impossíveis para sermos rápidos e para abrir o portão a si, à sua família e aos seus amigos!
Estamos a terminar as obras no escritório, porque consideramos que os clientes merecem ser bem recebidos e consideramos fundamental este espaço de apoio.
Em breve iremos colocar os novos “corta-relvas”, ou seja as novas cabrinhas, a trabalhar, apesar de ser um espaço natural temos de ter cuidado com verão e o calor.
As boxes estão prontinhas a serem ocupadas!
Como vê, tem sido muito o esforço mas com empenho começa a tornar-se realidade.
Espero ser breve no regresso ao blog com mais novidades!
Beijos e abraços
Vanessa Santos
A Centenária FEIRA DE MAIO – a mais castiça das Festas Ribatejanas – está de regresso à Vila de Azambuja, na edição 2011 entre 26 e 30 de Maio. São cinco dias recheados de festa brava e afición, na qual não vão faltar actividades taurinas e equestres, animação popular e, claro está, muita música.
Aliás, o cartaz musical promete ser do agrado do grande público, com destaque para dois nomes cada vez mais populares a nível nacional. O fadista Marco Rodrigues vai actuar a 26 de Maio (5ªfeira), a fechar o dia de lançamento do evento. No sábado, 28 de Maio, destaque para a actuação do grupo Deolinda.
No Campo da Feira, a “Praça das Freguesias” apresenta dois pratos: a gastronomia regional e a animação artística típica de cada uma das nove Freguesias do Concelho de Azambuja. No recinto estarão, também, os pavilhões das Actividades Económicas e do Artesanato “Artes e Ofícios”.
A Herdade da Hera vai lá estar….
| A freguesia de Manique do Intendente vai organizar a 16ª Festa das Tasquinhas, entre os próximos dias 22 e 25 de Abril. A inauguração do certame, com visita a todas as tasquinhas, está marcada para o dia 22, sexta-feira, pelas 18 horas. A animação começa com música para todos os gostos: a “Bandinha do Caneco” pelas 19 h., Fado a partir das 22 h., e rock com o grupo “Chiuaua dente de Sabre” às 23.30 h. No final da primeira noite (bem como das de sábado e domingo) haverá música dos anos 70, 80 e 90 seleccionada pelo DJ João Paulo. No sábado, a alvorada está marcada para as 9 horas, seguindo-se uma caminhada, uma hora depois. A tarde será animada, a partir das 17 h, com uma arruada com gigantones, bombos e concertinas pelo “Grupo Zés Pereiras – Os Amarantinos”, a que se seguirá a actuação de “Concertinas e Cantares do Verde Minho”. Às 23h00 sobe ao palco a banda de rock “NBD”. O domingo será mais um dia bem recheado. Às 15 h., realiza-se um “peddy-paper”, e pelas 18h00 chega a vez do folclore com as actuações do Rancho Folclórico da Casa do Povo e do Rancho Folclórico e Etnográfico – ambos de Manique do Intendente. Ao serão tocam o artista Hugo Sampaio (22 h.) e a “Banda do Quintinho” (24 h.). O último dia da Festa das Tasquinhas, 25 de Abril, arranca com a alvorada, pelas 9 horas. Este dia começa com desporto: uma prova de atletismo, a partir das 10 h, e um torneio de “malha”, pelas 15 h. Às 18 h volta a música com a Bandinha do Caneco, que encerra pelas 22 h com uma sessão de Karaoke. O evento é organizado pela Junta de Freguesia de Manique do Intendente, em conjunto com a Comissão de Festas 2011, com o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Manique do Intendente, com a Sociedade Recreativa de Arrifana e com o Grupo de Karate. Refira-se que a iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Azambuja, da Bandinha do Caneco e do Rancho Folclórico e Etnográfico de Manique do Intendente. Fonte “cyberjornal, 13 Abril 2011″ |
Vamos marcar presença na próxima BTL, de 23 de Fevereiro. A nossa participação estará integrada na aposta do Município de Azambuja através do seu stand e com a participação de vários promotores turísticos do concelho de Azambuja enquadrados num variado programa e que procura mostrar as potencialidades na área do turismo.
No nosso espaço, vamos criar três equipamentos ligados à água e ao ambiente. Alguns lagos, no imediato, 2, uma piscina biológica e um leito de macrófitas à saída da ETAR para tratamento final de efluentes.
Todos estes equipamentos têm em comum uma série de factores. A água, uma tela impermeável e alcatifa.
E alcatifa porquê? Porque à volta destes equipamentos temos uma série de árvores, entre elas alguns eucaliptos que em presença de água têm a tendência de furar as telas inutilizando as mesmas. Ora a alcatifa entre a terra e a tela evita a acção destruidora das árvores.
Fruto da gentileza da FILDesign e de Margarida Sá, pudemos reutilizar alcatifas que foram utilizadas na ultima feira na FIL de Lisboa.
O ambiente agradece, quer nos equipamentos a criar, quer na REUTILIZAÇÃO.
A Herdade da Hera agradece à FILDesign.
Quando um “lar para idosos” chamou o INEM, este detectou uma situação ilegal. A responsável deste “lar”, dizia cândidamente que só lhe faltava o “papel” para estar legal.
Se não concordamos que se demore um ano para obter uma licença de um centro equestre ou cinco anos para licenciar uma estação de tratamento de águas residuais, também temos que equacionar esta maneira ligeira e abusiva do que deve ser um licenciamento.
É que ter e manter uma instalação, seja ela um lar para idosos ou uma instalação industrial ou no nosso caso uma instalação equestre, implica custos e alguns muito elevados.
É evidente que depois estes custos têm que estar incluídos nos preços que se praticam nas diversas actividades. Ora a diferença entre ter o “papel” e não ter, implica que não seja respeitada uma situação que para nós é um ponto fundamental. Chama-se concorrência e que tem que ser seriamente defendida . Porque só assim respeitamos os investimentos, a qualidade e principalmente os nossos clientes.
Acaba em 30 de Setembro de 2011 a necessidade de todos aqueles que possuem mais do que um cavalo, de iniciarem o processo de licenciamento das suas instalações. Até e fundamentalmente pela defesa do Ambiente, se torna necessário que este licenciamento tenha lugar.




